PAÇO DO LUMIAR: Cidade Verde é foco de matéria em jornais por conta do abandono

Isso já não é novidade, ainda mais em Paço do Lumiar-MA. O município vem atravessando uma de suas fases mais conturbadas, pois, com a saída do prefeito Domingos Dutra, por conta de seu estado de saúde, a vice prefeita e atual prefeita em exercício Paula da Pindoba (PCdoB), anda perdida. Óbvio que o executivo luminense caiu no seu colo de para-quedas, fazendo com que sua obrigação de assumir o mandato para dar continuidade ao legado do prefeito Dutra. Porém, o que aconteceu foi completamente ao contrário, foram discussões e mais discussões e troca de ofensas ao longo desse mandato tampão. Pindoba não se contentou e saiu exonerando todos que eram aliados do prefeito e sua esposa Nubia Feitosa.

Cidade Verde

Contudo, em meio a todo esse imbróglio, a prefeita em exercício vem dando um show de super salários a aliados e constantemente vem sendo apertada pelo ministério publico, inclusive com licitações canceladas. Entretanto, o sofrimento maior está na ponta da lança, pois, a população se sente esquecida, sem segurança, educação e saúde, que é o tripé de qualquer gestão seja municipal, estadual ou da união.

Recentemente, tivemos várias denúncias a respeito das ruas e avenidas não só do bairro Cidade Verde II, bem como da Vila Cafeteira, São José, Roseana, Tendal, Mojó, Paranã, Vila do Povo e até do Maiobão que é o bairro que está mais ou menos trafegável. Há propósito, a venida 14 do Maiobão está toda remendada e embora tenha poucos buracos, a trepidação é horrível e todos reclamam. Franco Monte, repórter e apresentador do Programa Ronda 23 protagonizou a matéria específica que trata a situação de calamidade que vivem os luminenses, em especial, foco da matéria, a população do Cidade Verde II. Não são os buracos apenas que incomodam, o lixo e a falta de saneamento básico em algumas comunidades não passam desapercebidos.

Então, o que a população pede para a prefeita Paula Pindoba (PCdoB), é que tenha sensibilidade e arrume as ruas e avenidas, pelo menos as principais, para que haja trafegabilidade e consequentemente a economia gire, uma vez que a pandemia atrapalhou um pouco devido às várias paralisações.

 

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